

Autores: Ayrson Almeida Junior; Felipe Fernandes dos Santos; Maria Carolina Pereira Gomes; Natalia Abatte Capano; Rafaela Oliveira Lima
Orientadora: Carla Witter
Universidade São Judas Tadeu
O artigo de hoje é referente a uma pesquisa científica de campo produzida por mim e mais quatro integrantes, junto a uma orientadora. Está resumido e adaptado ao modelo de leitura do Blog, para poder ler o artigo na íntegra acesse este link para baixá-lo em PDF: https://www.passeidireto.com/arquivo/17356951/analise-dos-fatores-da-autoestima-elevada-na-velhice
Referência da produção científica:
Santos, F. F., Junior, A. A., Gomes, M. C. P. G., Capano, N. A., Lima, R. O. (2015). Análise dos fatores da autoestima elevada na velhice. São Paulo, SP: Universidade São Judas Tadeu.
Resumo: Levando-se em conta o constante aumento da população idosa, faz-se necessário maior aprofundamento de conhecimento quanto aos aspectos básicos de saúde física, mental e, portanto, de qualidade de vida. A autoestima é um dos fatores que afeta a qualidade de vida do idoso, sendo essencial para definir como o idoso avalia a si mesmo e seu relacionamento com o meio. Dessa forma, objetivou-se analisar os fatores que promovem a autoestima em homens e mulheres com mais de 60 anos que trabalhem, tenham contato social ou hobbies. Realizou-se pesquisa de campo com uso da escala de autoestima Rosenberg para se verificar o grau de autoestima e um questionário criado pelos pesquisadores, o qual visou responder aos objetivos específicos: caracterizar os participantes; verificar e analisar os fatores que promovem a autoestima na velhice e analisar a definição de autoestima dada pelos participantes. Os resultados indicaram que 60% da amostra foi composta por mulheres e 40% por homens, sendo que quanto à saúde, 60% tem pelo menos uma disfunção orgânica e do total, apenas 46,70% tem vida sexual ativa, e ainda, a definição de autoestima mais freqüente foi “Gostar de si”, com 46,70% das respostas.
Palavras-chave: idosos; envelhecimento; qualidade de vida.
O que é Autoestima?

A autoestima é um fator gerador de confiança, que nos faz enfrentar problemas, acreditando que passaremos por todos os obstáculos da vida com excelência. A falta dela, por sua vez, leva à incerteza, sensação de incapacidade e sentimento de derrota; sendo assim há modificação no comportamento do indivíduo, o qual se altera devido à auto avaliação, culminando numa visão errônea de si mesmo e desencadeando, assim, atos prejudiciais ao próprio indivíduo (Diccini,Yoshinaga & Marcolan, 2009).
Alguns fatores que se relacionam com o aumento da autoestima:
- Espiritualidade (que desde o princípio conforta e transmite segurança aos homens);
- Sexualidade dos idosos (que vem sendo ignorada pela sociedade como se não fosse importante nessa idade)
- Prática de exercício físico (que pode evitar doenças e melhorar a disposição; o papel social que cada um desempenha nessa idade);
- Vínculo duradouro com a família (que é essencial); e
- Saúde (que é um dos fatores mais importantes para o bem estar).
Velhice NÃO é sinônimo de doença e isolamento:

Quanto à fase da terceira idade, esta não representa somente doença e isolamento, existem também diversos ganhos nesta etapa da vida, uma vez que os idosos têm potencial, muitas vezes inexplorado, para mudar situações e a si mesmo.
Os estudiosos de áreas como a Gerontologia têm se interessado em estudar os aspectos positivos do envelhecimento, defendendo o fato de que a estimulação, bem como o convívio social e o aprendizado de novas atividades, contribuem para o aumento do sentimento de valor pessoal, de auto-eficácia e autoconceito; fazendo com que os idosos se sintam realizados e atuantes em seu meio social (Luz & Amatuzzi, 2008).
Dessa forma, o expressivo crescimento do número de idosos na população e das suas necessidades, faz observar o aumento da criação de espaços para atividades voltadas para esse público específico como, por exemplo, grupos de convivência com hobbies em comum, associações de aposentados com atividades físicas ou recreações, escolas abertas, universidades da terceira idade, etc.
Desenvolvimento deste artigo:
Foi realizada uma pesquisa de campo por meio de questionário com participantes, de ambos os sexos, que tenham presente em seu cotidiano pelo menos um dos seguintes fatores: convivência social, hobbies, trabalhem, pratiquem esportes ou atividades de lazer. Por não existir muitos trabalhos relacionados à autoestima na terceira idade, há uma defasagem quanto a novas variáveis que podem influenciar na autoestima do idoso. Este trabalho almeja auxiliar o desenvolvimento cientifico nesta área para que possa desenvolver novas práticas e métodos para uma vida mais saudável e uma autoestima melhor nesta fase.
Objetivo geral
Investigar e analisar os possíveis fatores que promovem a autoestima elevada em idosos.
Objetivos específicos
- Caracterizar os participantes;
- Verificar e analisar os fatores que promovem a autoestima na velhice; e
- Analisar a definição de autoestima dada pelos participantes.
Método
A presente pesquisa é um estudo transversal, qualitativo, de campo e com levantamento de dados por meio de questionário. Dessa forma, os pesquisadores fizeram contato com idosos por conveniência e realizaram a aplicação de questionário com perguntas abertas e fechadas.
Participantes
O grupo de participantes foi constituído por 15 indivíduos a partir da faixa etária de 60 anos que trabalham, possuem hobbies, praticam atividades físicas ou mantenham relações interpessoais; sendo esses os constituintes do critério de inclusão. Consideraram-se participantes que residam na cidade de São Paulo.
Optou-se por tal idade por conta da Lei no 10.741, de 1º de Outubro de 2003, a qual considera idoso aquele com 60 anos ou mais e garante a essas pessoas os direitos referentes ao Estatuto do Idoso, portanto, recebendo o título de pertencente à terceira idade. Dessa forma, para este projeto, foram considerados idosos com 60 anos ou mais.
Como critério de exclusão, foram considerados os idosos que apresentassem dificuldades cognitivas que impossibilitassem responder ao questionário ou ainda que tenham obtido baixo escore na Escala de Autoestima de Rosenberg, pois os idosos deveriam apresentar autoestima elevada. Esses indivíduos, porém, só foram descartados da amostra no momento da plotagem dos dados em tabela, a fim de se respeitarem questões éticas.
Material
Inicialmente, foi aplicado a cada participante um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), o qual apresentou o objetivo, as atividades que seriam realizadas e que os dados seriam mantidos em sigilo.
Depois disso, os pesquisadores aplicaram um questionário de duas partes que contemplou perguntas referentes aos objetivos geral e específicos. A primeira parte do questionário trata-se da Escala de Autoestima de Rosenberg adaptada à população brasileira, elaborada por Dini, 2001.
A Escala de Autoestima de Rosenberg, desenvolvida por Rosenberg em 1965, é conceituada pelo autor como um instrumento unidimensional capaz de classificar três níveis de autoestima: baixo, médio e alto. A baixa autoestima é dada pelo sentimento de incompetência, inadequação e incapacidade de enfrentar os desafios; a média é caracterizada pela oscilação do indivíduo entre o sentimento de aprovação e rejeição de si; e a alta consiste no autojulgamento de valor, confiança e competência (Sbicigo, Bandeira & Dell’Aglio, 2010).
A escala original foi desenvolvida para adolescentes e possui dez sentenças fechadas, sendo cinco referentes à “autoimagem” ou “autovalor” positivos e cinco referentes à “autoimagem negativa” ou “autodepreciação”. As sentenças são dispostas no formato Likert de quatro pontos, variando entre “concordo totalmente” e “discordo totalmente” (Sbicigo, Bandeira & Dell’Aglio, 2010).
A segunda parte do questionário diz respeito a questões formuladas pelos pesquisadores com a finalidade de responder aos objetivos específicos; para tanto foram realizadas perguntas abertas e fechadas. As perguntas abertas eram de caráter reflexivo sobre temas como saúde, definição própria de autoestima e se considera que houve mudanças significativas nos últimos anos; as fechadas representam, de maneira mais pontual, aspectos quali-quantitativos da investigação.
Procedimento
Primeiramente, o projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade São Judas Tadeu (C.A.E.E.: 44107615.1.0000.0089); a partir disso, os pesquisadores compareceram em ambientes freqüentados pelos participantes, como bailes de terceira idade, aulas de tricô e parques, para tanto estavam munidos do TCLE, tiraram as dúvidas dos participantes e aplicaram o termo. Depois, foi aplicada a escala de autoestima de Rosenberg (EAR) e as questões formuladas pelos próprios autores da pesquisa.
Os dados foram tabulados em planilha eletrônica do Excel. Neste momento, excluíram-se da amostra aqueles participantes que não apresentarem resultado de autoestima elevada segundo a Escala de Autoestima de Rosenberg. Os dados foram analisados segundo base teórica e de forma qualitativa, sendo que as questões abertas foram analisadas por meio da proposta de análise de conteúdo de Bardin (2011).
Resultados e Discussão
(Para ver todos os resultados e discussão, baixe o artigo completo citado no topo)
O estudo foi realizado com 15 participantes, formado por 60% de mulheres e 40% de homens com média de idade de 63,93 anos, sendo que 73,30% tem origem no Sul e Sudeste do país e 26,70% no Nordeste do país.
Do total, 60% eram são casados, 13,3% solteiros, 13,3% separados e 13,3%, viúvos, o que revela, possivelmente, que os idosos com companheiros têm maior chance de desenvolver uma autoestima elevada devido a relação intima com outra pessoa, a relação social, sentir-se desejado, troca afetiva e todos os fatores envolvidos na relação conjugal. Ramos (2002) em sua pesquisa bibliográfica mostra a quantidade de relatos e afirmações de estudos e pesquisas sobre estado civil dos idosos. A maioria dos autores enfatiza que as relações sociais levam a um melhoramento de saúde, que ajuda recebida e dada contribui para um senso de controle pessoal, e isso tem uma influência positiva no bem estar psicológico e da saúde dos idosos.
Também foi indagado aos participantes, o que estes entendem por “autoestima”. Observam-se na Tabela 1 as categorias das respostas mais freqüentes:
Na categoria “Gostar de si”, agrupou-se respostas que tenham como essência o auto-cuidado e auto-aceitação; em “Ter disposição”, há respostas como gostar de passear, conversar, interagir e movimentar-se; “Auto-conhecimento” diz respeito a frases como “saber o que você quer” (SIC) e conhecer seus próprios sentimentos e emoções; “Pensar positivo ou ser feliz” relacionou-se com pessoas que classificaram autoestima como ter pensamentos positivos e não deixar-se abater com o cotidiano; e em “Outros” colocou-se respostas em que os idosos contaram fatos pessoais que exemplificavam sua definição ou respostas desconexas com o tema.
Existem inúmeros conceitos de autoestima, mesmo entre os autores acadêmicos não há um consenso, segundo Felicissimo, Ferreira, Soares, Silveira e Ronzani (2013) a ausência da definição de tal termo e sua falta de clareza estão ligados a popularização do termo frequentemente associado ao senso comum, tornando difícil a compreensão de quais são os critérios para considerar o que é a autoestima, o que justificaria a diversidade de respostas obtidas a uma mesma pergunta.
Para Dini (2001), a autoestima é o sentimento, o apreço e a consideração que uma pessoa sente por si própria, ou seja, o quanto ela gosta de si, como ela se vê e o que pensa sobre ela mesma, definição esta que vai ao encontro dos significados dados pelos participantes do estudo. Para o autor Rosenberg, 1965, citado por Sbicigo, Bandeira e Dell’Aglio (2010), a autoestima constitui um sentimento de juízo, de apreciação, valorização, bem-estar e satisfação que o indivíduo tem de si e expressa pelas atitudes que toma em relação a si mesmo.
Percebe-se que a definição de autoestima é sempre relacionada com o auto-cuidado, o gostar de si e a positividade consigo próprio, o que vai ao encontro das definições dadas pelos participantes, de forma que o termo já mostra-se popular e conhecido por todos os idosos entrevistados, o que pode sugerir que o tema é freqüentemente citado no cotidiano e devidamente valorizado, visto que todos idosos o descreveram de forma coerente com o que é descrito por autores e publicado na comunidade científica.
Considerações Finais
Com a atual pesquisa, pôde-se concluir alguns aspectos quanto aos fatores responsáveis para construção da autoestima elevada na velhice.
Notou-se que a maior parte da amostra foi composta por mulheres, sendo que a média de idade dos participantes foi de 63,93 anos, com a maior parte nascida na região Sul e Sudeste do país, não tendo problemas de saúde e sem vida sexual ativa.
A maioria da amostra é casada, tem pouco grau de estudo, com grande parte completando apenas o Ensino Fundamental I, sendo que se percebe em maior frequência a aposentadoria e vínculo com trabalhos administrativos.
Quanto a presença ou não de mudanças da vida do indivíduo na velhice, percebeu-se que a maior parte passou por mudanças, sendo a maior mudança a de cunho pessoal, envolvendo transformações de religião, de autoimagem ou superação de conflitos internos.
No que diz respeito a definição de autoestima, a grande maioria a considera como “Gostar de si”, citando o amor próprio e auto cuidado.
Para referir este artigo (blog): Santos, F. F. (2015). Análise dos fatores da autoestima elevada na velhice. In. Mundo da Psicologia, Internet. Disponível em <http://mundodapsi.com/analise-dos-fatores-da-autoestima-elevada-na velhice /> 2015.
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Fonte: http://mundodapsi.com